Cepsa cancela ida à bolsa

A instabilidade dos mercados foi o argumento apresentado pela petrolífera espanhola para cancelar a sua emissão.

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A companhia petrolífera Cepsa informou hoje o mercado de que desistiu de dispersar o seu capital em bolsa.

A ida ao mercado deveria acontecer no próximo dia 18 de outubro, e valorizava a companhia entre 7 a 8 mil milhões de euros, estando prevista a dispersão de 25% do seu capital.

“O acionista vendedor decidiu desistir da oferta de venda e adiar o seu processo de admissão nas bolsas de valores espanholas, devido à atual situação nos mercados de valores internacionais”, comunicou a empresa à Comissão Nacional de Mercado de Valores.

O proprietário da Cepsa é o fundo do Abu Dabi Mubadala Investment Company, que sucedeu ao IPIC.

O Banco Santander, Citigroup, Merril Lynch e Morgan Stanley era os bancos coordenadores da operação.

Recorde-se que, em Portugal, e pelas mesmas razões, a Sonae cancelou, na semana passada, a operação de dispersão do capital da Sonae MC no mercado. conteudos@fleed.pt

 

 

A companhia petrolífera Cepsa informou hoje o mercado de que desistiu de dispersar o seu capital em bolsa.

A ida ao mercado deveria acontecer no próximo dia 18 de outubro, e valorizava a companhia entre 7 a 8 mil milhões de euros, estando prevista a dispersão de 25% do seu capital.

“O acionista vendedor decidiu desistir da oferta de venda e adiar o seu processo de admissão nas bolsas de valores espanholas, devido à atual situação nos mercados de valores internacionais”, comunicou a empresa à Comissão Nacional de Mercado de Valores.

O proprietário da Cepsa é o fundo do Abu Dabi Mubadala Investment Company, que sucedeu ao IPIC.

O Banco Santander, Citigroup, Merril Lynch e Morgan Stanley era os bancos coordenadores da operação.

Recorde-se que, em Portugal, e pelas mesmas razões, a Sonae cancelou, na semana passada, a operação de dispersão do capital da Sonae MC no mercado. conteudos@fleed.pt

 

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